Técnica cirúrgica precisa e atualizada, diagnóstico criterioso e acompanhamento individualizado. Atendimento em Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville.
Ortopedista e traumatologista com especialização exclusiva em Cirurgia do Quadril, o Dr. Taiuã Milan é referência no tratamento de doenças da articulação coxofemoral em Santa Catarina. Graduado em Medicina pela UNIDERP (2013), com residência em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen e residência avançada em Cirurgia do Quadril pela Sociedade Hospitalar Angelina Caron (HAC).
Atua com domínio técnico em artroplastia total de quadril primária e de revisão, artroscopia do quadril para impacto femoroacetabular, reconstruções complexas e tratamento de fraturas do fêmur proximal e do acetábulo. Atende em Português, Inglês e Espanhol, com consultórios em Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville.
A coxartrose afeta 3–11% da população acima de 55 anos. No Brasil, representa uma das principais indicações de artroplastia total de quadril, com mais de 50.000 procedimentos anuais. Fatores de risco: idade avançada, obesidade, displasia do quadril, impacto femoroacetabular não tratado, necrose avascular e histórico familiar.
Doença degenerativa progressiva que compromete cartilagem, osso subcondral, membrana sinovial e cápsula articular. A degradação da matriz cartilaginosa mediada por MMPs e agrecanas reduz a capacidade de absorção de cargas, gerando remodelação óssea, osteófitos e esclerose subcondral. Mediadores inflamatórios (IL-1, TNF-α) perpetuam o ciclo de degradação.
Apresentação insidiosa e progressiva:
Diagnóstico clínico-radiológico (classificação de Kellgren-Lawrence).
A cirurgia é indicada quando o tratamento conservador bem conduzido por 3–6 meses não proporciona alívio satisfatório.
A artroplastia total do quadril (ATQ) tem satisfação superior a 90%. Realizada pela abordagem anterior minimamente invasiva (DAA) — preservando os músculos pelvi-trocantéricos, menor dor pós-operatória, mobilização mais precoce e menor risco de luxação. Implantes de cerâmica e HXPE com durabilidade estimada superior a 25–30 anos.
O FAI é uma das causas mais comuns de dor no quadril em adultos entre 20 e 50 anos. Alterações morfológicas compatíveis ocorrem em 10–15% da população geral. Prevalência maior em atletas de alto rendimento — futebol, hóquei, golfe, ballet.
Contato anormal entre a cabeça femoral e a borda acetabular nos movimentos de flexão e rotação interna. Três subtipos:
Dor profunda na virilha desencadeada por flexão do quadril. Sinal do C clássico. Teste FADIR positivo. Limitação da rotação interna a 0° é achado altamente sugestivo. Diagnóstico confirmado por radiografia (ângulo alfa) e RM com protocolo específico.
A artroscopia é indicada quando o tratamento conservador por 3–6 meses não obtém resultado satisfatório.
Artroscopia do quadril — 2–3 incisões de ~1 cm, sem abertura articular. Inclui osteoplastia femoral (Cam), acetabuloplastia (Pincer), refixação ou desbridamento labral com âncoras bioabsorvíveis, e tratamento das lesões cartilaginosas concomitantes. Alta no mesmo dia ou no dia seguinte.
Mais de 400.000 ATQs anuais nos EUA, com projeção de crescimento de 174% até 2030. No Brasil, mais de 50.000 procedimentos anuais. A coxartrose é a indicação primária em 80–85% dos casos.
O princípio biomecânico é restaurar o centro de rotação, o offset femoral e o comprimento do membro. O planejamento pré-operatório digital — templating sobre radiografias calibradas — é etapa essencial para seleção dos componentes e predição do resultado funcional.
A indicação é clínica e funcional, nunca exclusivamente radiológica:
Realizado pela abordagem anterior direta (DAA) — sem secção muscular. Componentes: cúpula acetabular em titânio poroso; inserto em HXPE ou cerâmica; cabeça femoral em cerâmica de alumina (ZTA); haste femoral em titânio não cimentado.
A displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) acomete 1–5% da população nas formas moderadas a graves. Mais frequente no sexo feminino (4–8:1), primogênitos e nascidos em apresentação pélvica. Principal causa de artroplastia total de quadril em mulheres abaixo de 60 anos em países do hemisfério norte.
A cobertura acetabular insuficiente eleva o stress de contato por unidade de área, acelerando a degeneração cartilaginosa — especialmente no quadrante anterolateral. O lábio acetabular assume papel compensatório com risco de lesão por sobrecarga crônica. O ângulo de Wiberg (CE angle) < 20° define displasia radiograficamente.
Tem papel paliativo — não corrige a causa mecânica:
A Osteotomia Periacetabular de Bernese (PAO) reorienta o acetábulo tridimensionalmente para aumentar a cobertura femoral e reduzir o stress de contato. Indicada para pacientes entre 16 e 45–50 anos com CE angle < 20° e artrose grau ≤ II. A artroplastia total é indicada nos casos com artrose avançada secundária.
1,6 milhão de casos anuais no mundo, com projeção de triplicar até 2050. Mortalidade em 1 ano após fratura do quadril em idosos: 20–35%. Cerca de 50% dos sobreviventes não recuperam o nível funcional prévio.
A fratura do colo do fêmur em idosos resulta de baixa energia sobre osso osteoporótico. Risco de necrose avascular de 30–40% nas fraturas deslocadas (Garden III–IV). As fraturas acetabulares são classificadas pelo sistema de Letournel-Judet (10 padrões).
Fratura do fêmur proximal em idosos: dor intensa na virilha após queda, incapacidade de deambular, encurtamento e rotação externa do membro. Fraturas por insuficiência do colo podem ter apresentação sutil — RM é o exame de escolha. Fraturas acetabulares: TC com reconstrução 3D é indispensável.
Reservado a situações específicas:
Na grande maioria dos casos, o tratamento cirúrgico precoce é a melhor opção — reduz mortalidade e previne complicações do imobilismo.
Princípio: operar nas primeiras 24–48 horas em idosos.
A necrose avascular da cabeça femoral (NACF) é responsável por ~10% das artroplastias totais de quadril no mundo. Predomina em adultos entre 30–60 anos. Fatores de risco: corticosteroides crônicos (30–40% dos casos), etilismo, doença falciforme, lúpus, coagulopatias, radioterapia e trauma. A doença de Legg-Calvé-Perthes (DLCP) acomete principalmente meninos entre 4 e 12 anos.
A interrupção do fluxo sanguíneo à cabeça femoral desencadeia morte dos osteócitos, reabsorção óssea e, sem tratamento, colapso subcondral evoluindo para artrose. A localização anterossuperior (maior carga mecânica) explica a progressão. Na DLCP, o potencial de reparação é maior pela plasticidade do esqueleto imaturo.
Sintomas iniciais frequentemente ausentes ou insidiosos nos estágios precoces. Dor na virilha de início gradual, progressiva com o colapso. A ressonância magnética detecta a necrose semanas a meses antes da radiografia — sinal em "double line" é patognomônico. Na DLCP: claudicação, dor inguinal ou no joelho (referida), limitação de abdução e rotação interna.
Na DLCP em menores de 6–8 anos: fisioterapia para manutenção de abdução, órteses de contenção, restrição de impacto.
Estágios iniciais (I–II, sem colapso):
Estágios avançados (III–IV):
O diagnóstico antes do colapso é o fator prognóstico mais importante. Pacientes com fatores de risco devem realizar RM ao primeiro sinal de dor inguinal, mesmo com radiografia normal.
Procedimento minimamente invasivo para diagnóstico e tratamento de lesões do lábio acetabular, impacto femoroacetabular (FAI), corpos livres e sinovite.
Substituição completa da articulação por implantes de alta tecnologia — cerâmica, polietileno de alta resistência e ligas de titânio.
Troca ou correção de próteses com falha por frouxidão asséptica, infecção periprotética, instabilidade ou desgaste de componentes.
Tratamento das fraturas do fêmur proximal, acetábulo e anel pélvico. Redução e fixação interna ou substituição protética conforme perfil do paciente.
Diagnóstico e tratamento das afecções do mecanismo abdutor do quadril. Abordagem progressiva: conservadora, infiltração guiada ou endoscopia.
Procedimentos injetáveis guiados por ultrassom ou fluoroscopia para alívio da dor e redução inflamatória em casos selecionados.
Com residência específica em Cirurgia do Quadril pela Sociedade Hospitalar Angelina Caron, o Dr. Taiuã concentra toda sua atuação clínica e cirúrgica nessa articulação.
Tomada de decisão fundamentada na literatura científica atual. Indicação cirúrgica criteriosa — cada tratamento é individualizado e justificado com racional fisiopatológico claro.
Consultas disponíveis em Português, Inglês e Espanhol — especialmente relevante para a região de Balneário Camboriú e Itajaí, com grande presença de pacientes internacionais.
Quatro consultórios distribuídos estrategicamente: Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville — facilitando o acesso ao cuidado especializado.
Reabilitação acelerada com fisioterapia precoce, controle multimodal da dor e mobilização no primeiro dia após a cirurgia — reduzindo internação e tempo de afastamento.
Cada paciente recebe tempo e atenção para compreender seu diagnóstico e as opções de tratamento. Atendimento humanizado com linguagem acessível em todas as etapas.
⚠ O Dr. Taiuã Milan não realiza atendimentos pela rede CLINIPAM em nenhuma unidade.
Fiz uma cirurgia de quadril e no dia seguinte já estava andando com andador. Fiquei impressionado com a recuperação. Recuperei minha qualidade de vida. Obrigado Dr. Taiuã.
★★★★★Médico muito atencioso e competente. Explicou tudo detalhadamente, me deixou segura para o procedimento. O resultado superou todas as minhas expectativas. Recomendo muito!
★★★★★Profissional de excelência. Diagnóstico preciso, conduta clara e cirurgia com resultado excelente. Desde a consulta até o pós-operatório, senti que estava em boas mãos.
★★★★★Respondemos as principais dúvidas dos nossos pacientes. Para questões específicas ao seu caso, agende uma avaliação presencial.