Referência em Cirurgia do Quadril · SC

Especialista em
Cirurgia do Quadril
em Santa Catarina

Técnica cirúrgica precisa e atualizada, diagnóstico criterioso e acompanhamento individualizado. Atendimento em Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville.

+10
Anos de Experiência
5★
Avaliação Média
4
Cidades em SC
Dr. Taiuã Milan — Cirurgião do Quadril
🏥
Residência em Cirurgia do QuadrilSociedade Hosp. Angelina Caron
Consultórios em SC
Dr. Taiuã Milan
CRM/SC 21639RQE Nº 15964 · TEOT 16353

Dr. Taiuã Milan —
Cirurgião Especialista em Quadril

Ortopedista e traumatologista com especialização exclusiva em Cirurgia do Quadril, o Dr. Taiuã Milan é referência no tratamento de doenças da articulação coxofemoral em Santa Catarina. Graduado em Medicina pela UNIDERP (2013), com residência em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen e residência avançada em Cirurgia do Quadril pela Sociedade Hospitalar Angelina Caron (HAC).

Atua com domínio técnico em artroplastia total de quadril primária e de revisão, artroscopia do quadril para impacto femoroacetabular, reconstruções complexas e tratamento de fraturas do fêmur proximal e do acetábulo. Atende em Português, Inglês e Espanhol, com consultórios em Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville.

Graduação em Medicina — UNIDERP · Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (2013)
Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia — Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen (2015–2018)
Residência em Cirurgia do Quadril (R4) — Sociedade Hospitalar Angelina Caron (HAC) (2018–2019)
Membro Titular da SBOT — TEOT 16353 · CRM/SC 21639 · RQE 15964
Atuação clínica e cirúrgica em Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville — exclusivamente em Santa Catarina

Patologias do
Quadril

Artrose do Quadril (Coxartrose)
Degeneração articular progressiva — da abordagem conservadora à artroplastia total
+
Epidemiologia

A coxartrose afeta 3–11% da população acima de 55 anos. No Brasil, representa uma das principais indicações de artroplastia total de quadril, com mais de 50.000 procedimentos anuais. Fatores de risco: idade avançada, obesidade, displasia do quadril, impacto femoroacetabular não tratado, necrose avascular e histórico familiar.

Fisiopatologia

Doença degenerativa progressiva que compromete cartilagem, osso subcondral, membrana sinovial e cápsula articular. A degradação da matriz cartilaginosa mediada por MMPs e agrecanas reduz a capacidade de absorção de cargas, gerando remodelação óssea, osteófitos e esclerose subcondral. Mediadores inflamatórios (IL-1, TNF-α) perpetuam o ciclo de degradação.

Quadro Clínico

Apresentação insidiosa e progressiva:

  • Dor na virilha irradiada para a coxa anterior, joelho e glúteo
  • Rigidez matinal inferior a 30 minutos
  • Limitação funcional — dificuldade para calçar sapatos e entrar em veículos
  • Claudicação e sinal de Trendelenburg
  • Encurtamento do membro nos casos avançados

Diagnóstico clínico-radiológico (classificação de Kellgren-Lawrence).

Tratamento Conservador
  • Atividade física adaptada — hidroginástica, ciclismo e caminhada
  • Controle de peso — cada kg reduz 3–5 kg de carga sobre o quadril
  • Fisioterapia — fortalecimento de abdutores e extensores
  • Analgésicos e AINEs em ciclos curtos
  • Infiltrações guiadas — corticoide intra-articular para crises álgicas

A cirurgia é indicada quando o tratamento conservador bem conduzido por 3–6 meses não proporciona alívio satisfatório.

Tratamento Cirúrgico

A artroplastia total do quadril (ATQ) tem satisfação superior a 90%. Realizada pela abordagem anterior minimamente invasiva (DAA) — preservando os músculos pelvi-trocantéricos, menor dor pós-operatória, mobilização mais precoce e menor risco de luxação. Implantes de cerâmica e HXPE com durabilidade estimada superior a 25–30 anos.

Reabilitação
  • Dia 1 — deambulação com andador
  • 2ª–3ª semana — progressão para bengala
  • 4ª–6ª semana — marcha independente; retorno às AVDs
  • 3º–4º mês — fortalecimento intensivo; bicicleta ergométrica
  • 5º–6º mês — liberação para atividades de baixo impacto
Impacto Femoroacetabular (FAI)
Causa frequente de dor no quadril em jovens e atletas — tratamento artroscópico minimamente invasivo
+
Epidemiologia

O FAI é uma das causas mais comuns de dor no quadril em adultos entre 20 e 50 anos. Alterações morfológicas compatíveis ocorrem em 10–15% da população geral. Prevalência maior em atletas de alto rendimento — futebol, hóquei, golfe, ballet.

Fisiopatologia

Contato anormal entre a cabeça femoral e a borda acetabular nos movimentos de flexão e rotação interna. Três subtipos:

  • Tipo Cam — saliência óssea na junção cabeça-colo; lesões cartilaginosas anterossuperiores
  • Tipo Pincer — excesso de cobertura acetabular; lesão labral predominante
  • Tipo Misto — combinação dos dois, mais frequente na prática clínica
Quadro Clínico

Dor profunda na virilha desencadeada por flexão do quadril. Sinal do C clássico. Teste FADIR positivo. Limitação da rotação interna a 0° é achado altamente sugestivo. Diagnóstico confirmado por radiografia (ângulo alfa) e RM com protocolo específico.

Tratamento Conservador
  • Restrição de atividades provocadoras temporariamente
  • Fisioterapia especializada — core e estabilizadores do quadril
  • AINEs em cursos curtos para crises álgicas
  • Infiltração guiada — valor diagnóstico e terapêutico

A artroscopia é indicada quando o tratamento conservador por 3–6 meses não obtém resultado satisfatório.

Tratamento Cirúrgico

Artroscopia do quadril — 2–3 incisões de ~1 cm, sem abertura articular. Inclui osteoplastia femoral (Cam), acetabuloplastia (Pincer), refixação ou desbridamento labral com âncoras bioabsorvíveis, e tratamento das lesões cartilaginosas concomitantes. Alta no mesmo dia ou no dia seguinte.

Reabilitação
  • 0–2 semanas — muletas com carga parcial; mobilidade passiva precoce
  • 2–6 semanas — carga progressiva; bicicleta ergométrica sem resistência
  • 6–12 semanas — fortalecimento funcional; atividades aquáticas
  • 3–5 meses — treino esportivo específico; corrida progressiva
  • Retorno ao esporte — 4 a 6 meses para esportes de contato
Artroplastia Total do Quadril
Substituição articular com implantes de alta durabilidade — primária e de revisão
+
Epidemiologia

Mais de 400.000 ATQs anuais nos EUA, com projeção de crescimento de 174% até 2030. No Brasil, mais de 50.000 procedimentos anuais. A coxartrose é a indicação primária em 80–85% dos casos.

Fisiopatologia e Planejamento

O princípio biomecânico é restaurar o centro de rotação, o offset femoral e o comprimento do membro. O planejamento pré-operatório digital — templating sobre radiografias calibradas — é etapa essencial para seleção dos componentes e predição do resultado funcional.

Indicação Cirúrgica

A indicação é clínica e funcional, nunca exclusivamente radiológica:

  • Dor persistente não controlada pelo tratamento conservador por ≥ 3–6 meses
  • Limitação funcional nas atividades básicas da vida diária
  • Dor noturna que compromete o sono
  • Impacto negativo documentado na qualidade de vida
Tratamento Conservador Prévio
  • Fisioterapia — fortalecimento periarticular e propriocepção
  • Controle de peso e farmacoterapia (paracetamol, AINEs)
  • Infiltrações intra-articulares guiadas
  • Auxiliares de marcha (bengala, andador)
Tratamento Cirúrgico

Realizado pela abordagem anterior direta (DAA) — sem secção muscular. Componentes: cúpula acetabular em titânio poroso; inserto em HXPE ou cerâmica; cabeça femoral em cerâmica de alumina (ZTA); haste femoral em titânio não cimentado.

Reabilitação
  • Dia 0 — sentar à beira do leito; isométricos
  • Dia 1 — deambulação com andador; alta hospitalar
  • 4–6 semanas — bengala; dirigir; atividades leves
  • 3º mês — fortalecimento intensivo; bicicleta; caminhadas
  • 6º mês — avaliação para esportes de baixo impacto
Displasia do Quadril
Principal causa de artrose precoce em adultos jovens — preservação articular com osteotomia periacetabular
+
Epidemiologia

A displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) acomete 1–5% da população nas formas moderadas a graves. Mais frequente no sexo feminino (4–8:1), primogênitos e nascidos em apresentação pélvica. Principal causa de artroplastia total de quadril em mulheres abaixo de 60 anos em países do hemisfério norte.

Fisiopatologia

A cobertura acetabular insuficiente eleva o stress de contato por unidade de área, acelerando a degeneração cartilaginosa — especialmente no quadrante anterolateral. O lábio acetabular assume papel compensatório com risco de lesão por sobrecarga crônica. O ângulo de Wiberg (CE angle) < 20° define displasia radiograficamente.

Quadro Clínico
  • Dor na virilha desencadeada por atividades físicas e caminhadas longas
  • Dor lateral pela sobrecarga dos abdutores
  • Instabilidade subjetiva — sensação de "falseamento"
  • Clique e estalido associados a lesão labral
Tratamento Conservador

Tem papel paliativo — não corrige a causa mecânica:

  • Fisioterapia — abdutores e controle neuromuscular
  • Modificação de atividades de alto impacto
  • Controle de peso e analgesia
  • Infiltrações guiadas para crises álgicas
Tratamento Cirúrgico

A Osteotomia Periacetabular de Bernese (PAO) reorienta o acetábulo tridimensionalmente para aumentar a cobertura femoral e reduzir o stress de contato. Indicada para pacientes entre 16 e 45–50 anos com CE angle < 20° e artrose grau ≤ II. A artroplastia total é indicada nos casos com artrose avançada secundária.

Reabilitação
  • 0–6 semanas — sem carga no membro operado; mobilidade passiva precoce
  • 6–12 semanas — carga progressiva por controle radiográfico
  • 3º–4º mês — carga completa; fisioterapia aquática
  • 6–12 meses — retorno progressivo a esportes
Fraturas e Trauma do Quadril
Fêmur proximal, acetábulo e anel pélvico — tratamento cirúrgico precoce como determinante do prognóstico
+
Epidemiologia

1,6 milhão de casos anuais no mundo, com projeção de triplicar até 2050. Mortalidade em 1 ano após fratura do quadril em idosos: 20–35%. Cerca de 50% dos sobreviventes não recuperam o nível funcional prévio.

Fisiopatologia

A fratura do colo do fêmur em idosos resulta de baixa energia sobre osso osteoporótico. Risco de necrose avascular de 30–40% nas fraturas deslocadas (Garden III–IV). As fraturas acetabulares são classificadas pelo sistema de Letournel-Judet (10 padrões).

Quadro Clínico

Fratura do fêmur proximal em idosos: dor intensa na virilha após queda, incapacidade de deambular, encurtamento e rotação externa do membro. Fraturas por insuficiência do colo podem ter apresentação sutil — RM é o exame de escolha. Fraturas acetabulares: TC com reconstrução 3D é indispensável.

Tratamento Conservador

Reservado a situações específicas:

  • Fraturas não deslocadas (Garden I–II) com alto risco cirúrgico
  • Fraturas acetabulares com deslocamento mínimo (< 2 mm)
  • Pacientes com expectativa de vida muito limitada

Na grande maioria dos casos, o tratamento cirúrgico precoce é a melhor opção — reduz mortalidade e previne complicações do imobilismo.

Tratamento Cirúrgico

Princípio: operar nas primeiras 24–48 horas em idosos.

  • Colo não deslocado — parafusos canulados ou DHS
  • Colo deslocado em idosos — hemiartroplastia ou ATQ total
  • Colo deslocado em jovens — redução e fixação interna
  • Transtrocanteriana — haste cefalomedular (nail)
  • Acetábulo — redução e fixação interna com placas e parafusos
Reabilitação
  • Dia 1 — sentar à beira do leito; fisioterapia respiratória; anticoagulação
  • Semana 1 — deambulação com andador
  • 2–6 semanas — progressão para bengala; equilíbrio
  • 2º–3º mês — marcha independente; programa de prevenção de quedas
Necrose Avascular e Doença de Perthes
Comprometimento vascular da cabeça femoral — diagnóstico precoce como fator prognóstico determinante
+
Epidemiologia

A necrose avascular da cabeça femoral (NACF) é responsável por ~10% das artroplastias totais de quadril no mundo. Predomina em adultos entre 30–60 anos. Fatores de risco: corticosteroides crônicos (30–40% dos casos), etilismo, doença falciforme, lúpus, coagulopatias, radioterapia e trauma. A doença de Legg-Calvé-Perthes (DLCP) acomete principalmente meninos entre 4 e 12 anos.

Fisiopatologia

A interrupção do fluxo sanguíneo à cabeça femoral desencadeia morte dos osteócitos, reabsorção óssea e, sem tratamento, colapso subcondral evoluindo para artrose. A localização anterossuperior (maior carga mecânica) explica a progressão. Na DLCP, o potencial de reparação é maior pela plasticidade do esqueleto imaturo.

Quadro Clínico

Sintomas iniciais frequentemente ausentes ou insidiosos nos estágios precoces. Dor na virilha de início gradual, progressiva com o colapso. A ressonância magnética detecta a necrose semanas a meses antes da radiografia — sinal em "double line" é patognomônico. Na DLCP: claudicação, dor inguinal ou no joelho (referida), limitação de abdução e rotação interna.

Tratamento Conservador
  • Restrição de carga com muletas para reduzir sobrecarga
  • Eliminação de fatores de risco — suspensão de corticoides, cessação do etilismo
  • Medicamentoso — bifosfonatos e estatinas têm evidências limitadas em estágios iniciais

Na DLCP em menores de 6–8 anos: fisioterapia para manutenção de abdução, órteses de contenção, restrição de impacto.

Tratamento Cirúrgico

Estágios iniciais (I–II, sem colapso):

  • Descompressão do núcleo (core decompression)
  • Enxerto ósseo vascularizado — fíbula vascularizada em casos selecionados

Estágios avançados (III–IV):

  • Artroplastia total do quadril — tratamento definitivo
Reabilitação
  • Após descompressão — carga parcial com muletas por 6–8 semanas; RM de controle a cada 3–6 meses
  • Após ATQ — alta em 1–2 dias, bengala até 6 semanas, fisioterapia por 3–6 meses
  • Na DLCP — fisioterapia contínua durante toda a fase ativa (1–3 anos)

O diagnóstico antes do colapso é o fator prognóstico mais importante. Pacientes com fatores de risco devem realizar RM ao primeiro sinal de dor inguinal, mesmo com radiografia normal.

Técnicas Cirúrgicas

Artroscopia do Quadril

Procedimento minimamente invasivo para diagnóstico e tratamento de lesões do lábio acetabular, impacto femoroacetabular (FAI), corpos livres e sinovite.

Internação
Ambulatorial
Alta no mesmo dia
Recuperação
4–8 semanas
Retorno ao esporte: 4–6 meses
Anestesia
Raquidiana
Sedação complementar
Indicações
FAI, Lesão Labral
Corpos livres, sinovite
Artroplastia Total do Quadril

Substituição completa da articulação por implantes de alta tecnologia — cerâmica, polietileno de alta resistência e ligas de titânio.

Internação
1–2 dias
Protocolo Fast-Track
Durabilidade
25–30 anos
Implantes premium certificados
Marcha
No 1º dia
Com auxílio de andador
Alta completa
3–6 meses
Atividades normais
Cirurgia de Revisão Protética

Troca ou correção de próteses com falha por frouxidão asséptica, infecção periprotética, instabilidade ou desgaste de componentes.

Planejamento
Pré-op. Digital
Imagens 3D e templates
Implantes
Componentes de revisão
Alta fixação primária
Internação
3–5 dias
Conforme complexidade
Recuperação
4–6 meses
Fisioterapia intensiva
Tratamento Cirúrgico de Fraturas

Tratamento das fraturas do fêmur proximal, acetábulo e anel pélvico. Redução e fixação interna ou substituição protética conforme perfil do paciente.

Urgência
Cirurgia precoce
Idealmente em 24–48h
Técnicas
Fixação ou Prótese
Conforme o tipo de fratura
Carga
Liberação gradual
Conforme consolidação
Reabilitação
Fisioterapia precoce
Início no pós-op imediato
Tendinite Glútea, Bursite e Síndrome do Piriforme

Diagnóstico e tratamento das afecções do mecanismo abdutor do quadril. Abordagem progressiva: conservadora, infiltração guiada ou endoscopia.

Diagnóstico
Imagem + Clínica
US e RNM específicos
Tratamento inicial
Conservador
Fisio + medicação + infiltração
Cirurgia
Endoscopia
Casos refratários selecionados
Recuperação
6–12 semanas
Conforme abordagem
Infiltrações Guiadas

Procedimentos injetáveis guiados por ultrassom ou fluoroscopia para alívio da dor e redução inflamatória em casos selecionados.

Procedimento
Ambulatorial
30 minutos
Guiagem
Ultrassom / RX
Máxima precisão e segurança
Substâncias
Corticoide / Hialurônico
Conforme indicação clínica
Duração do efeito
3–12 meses
Resultado variável individual

Diferenciais de um
Atendimento Especializado

01
🎯
Subespecialidade Exclusiva em Quadril

Com residência específica em Cirurgia do Quadril pela Sociedade Hospitalar Angelina Caron, o Dr. Taiuã concentra toda sua atuação clínica e cirúrgica nessa articulação.

02
🔬
Medicina Baseada em Evidências

Tomada de decisão fundamentada na literatura científica atual. Indicação cirúrgica criteriosa — cada tratamento é individualizado e justificado com racional fisiopatológico claro.

03
🌍
Atendimento Multilíngue

Consultas disponíveis em Português, Inglês e Espanhol — especialmente relevante para a região de Balneário Camboriú e Itajaí, com grande presença de pacientes internacionais.

04
📍
Cobertura Estratégica em Santa Catarina

Quatro consultórios distribuídos estrategicamente: Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque e Joinville — facilitando o acesso ao cuidado especializado.

05
💊
Protocolo Fast-Track Pós-Operatório

Reabilitação acelerada com fisioterapia precoce, controle multimodal da dor e mobilização no primeiro dia após a cirurgia — reduzindo internação e tempo de afastamento.

06
👤
Consultas sem Pressa, com Clareza

Cada paciente recebe tempo e atenção para compreender seu diagnóstico e as opções de tratamento. Atendimento humanizado com linguagem acessível em todas as etapas.

Consultórios em
Santa Catarina

📍 Balneário Camboriú
OrthoPrime BC
Av. do Estado Dalmo Vieira, 871
Praia dos Amores · BC/SC — 88331-490
📍 Itajaí
CEM — Centro de Especialidades Médicas
Rua Estefano José Vanolli, 1190
Bairro São Vicente · Itajaí/SC — 88309-202
📍 Brusque
OrtoCentro Brusque
Anexo ao Hospital Azambuja
Brusque/SC
📍 Joinville
Hospital Dona Helena
Rua Blumenau, 123
Joinville/SC

⚠ O Dr. Taiuã Milan não realiza atendimentos pela rede CLINIPAM em nenhuma unidade.

O que dizem nossos
Pacientes

"

Fiz uma cirurgia de quadril e no dia seguinte já estava andando com andador. Fiquei impressionado com a recuperação. Recuperei minha qualidade de vida. Obrigado Dr. Taiuã.

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Paciente verificado
Artroplastia de Quadril · Balneário Camboriú
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Médico muito atencioso e competente. Explicou tudo detalhadamente, me deixou segura para o procedimento. O resultado superou todas as minhas expectativas. Recomendo muito!

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Paciente verificada
Cirurgia de Quadril · Itajaí
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Profissional de excelência. Diagnóstico preciso, conduta clara e cirurgia com resultado excelente. Desde a consulta até o pós-operatório, senti que estava em boas mãos.

★★★★★
C
Paciente verificado
Quadril · Santa Catarina

Perguntas sobre
Tratamento e Consulta

Respondemos as principais dúvidas dos nossos pacientes. Para questões específicas ao seu caso, agende uma avaliação presencial.

O Dr. Taiuã Milan atende exclusivamente em Santa Catarina, com consultórios em Itajaí (CEM), Balneário Camboriú (OrthoPrime BC), Brusque (OrtoCentro Brusque) e Joinville (Hospital Dona Helena). Não há atendimentos pela rede CLINIPAM em nenhuma unidade.
Procure um especialista ao sentir dor persistente na virilha, quadril ou nádega por mais de 4–6 semanas; ao ter dificuldade para calçar sapatos, subir escadas ou entrar no carro; quando a dor interferir no sono; ao perceber alteração na marcha.
Traga todos os exames disponíveis: radiografias em incidência panorâmica de bacia e quadril (frente e perfil de cada lado), ressonância magnética se houver, laudos e relatórios médicos anteriores. Se você ainda não realizou exames, o Dr. Taiuã solicitará os mais adequados durante a consulta.
Não. A indicação cirúrgica é sempre criteriosa e individualizada. Muitos pacientes se beneficiam de fisioterapia, controle de peso, medicamentos ou infiltrações guiadas antes de considerar cirurgia. A decisão é compartilhada entre médico e paciente após análise completa de cada caso.
Com o protocolo Fast-Track, a maioria dos pacientes caminha no dia seguinte à cirurgia, recebe alta em 1–2 dias e retorna ao trabalho em escritório em 4–6 semanas. Atividades de maior impacto são liberadas progressivamente entre 3 e 6 meses.
As formas de pagamento e convênios aceitos variam conforme a unidade de atendimento. Consultas particulares são aceitas em todos os locais, com emissão de recibo para reembolso. Entre em contato com o consultório de preferência para verificar disponibilidade e convênios aceitos na sua cidade.

O Primeiro Passo para
Viver Sem Dor no Quadril

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Consulta dedicada ao seu caso — tempo para ouvir, examinar e explicar com clareza
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Análise completa dos seus exames — avaliação detalhada de toda documentação prévia
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Plano de tratamento claro — conservador ou cirúrgico, sempre com justificativa
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